Domingo no morro

Por volta das 20h30, já não havia mais um grande aparato de policiais. Vielas, como a do “14”, não possuíam sequer um vigilante. Na parte média do morro, a vida voltava à normalidade possível. Os bares estavam abertos e dentro deles, pessoas mais exaltadas pelo álcool cantavam alto, sem que o carro do Choque, parado em frente, interviesse.
A dona de um quiosque de salgados contou: “Aos domingos, costumo abrir às 16h. Hoje, estou trabalhando desde às 9h30 e já pedi três vezes para trazerem mais salgados”.

Na descida em frente colégio estadual Almirante Tamandaré ainda era possível ver muita serragem, jogada para absorver o óleo esparramado.
A praça do Vidigal, na entrada da favela, estava vazia. O comércio fechado e a única movimentação que se via era a dos policiais militares que vigiavam o entorno.
Assim como na manhã e nos dias anteriores, a população da parte baixa do morro estava mais recolhida do que as mais altas.

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