Sobre o Vidiga!

A primeira coisa que precisa ser dita sobre esta página é que ela não é uma porta-voz oficial do morro. Ninguém é. Existem tantas opiniões que seria impossível que alguém pudesse representar seus – estimados – 50 mil moradores.
Como qualquer produto jornalístico, ela busca a imparcialidade. E como todo produto jornalístico, ela não a atinge. Esta é a minha visão, de moradora, jornalista e fã, que não vê o Vidigal como favela e sim como um bairro desordenado em meio à zona sul.
Inicialmente, ele tem como objetivo a comunicação para o desenvolvimento: divulgar o passado e o presente do morro, incentivando o turismo comunitário, cultural e benéfico. Há planos maiores de expansão editorial e o sonho de formar jovens comunicadores. Tudo a seu tempo.

Sobre a autora
Me chamo Mariana Albanese, nasci em São Paulo, sou jornalista e já flertei com a área de produção. Cheguei ao Vidigal no dia 29 de março de 2011, mas já frequentava o morro há alguns meses, graças ao meu trabalho como assessora de imprensa da banda Melanina Carioca. Pouco antes, como jornalista da Contigo! Online, ficava boquiaberta cada vez que tinha que cobrir um evento relacionado ao morro. Voltando mais ainda ao passado, em 2002, fui impactada com o lançamento de Cidade de Deus, quando me questionei sobre o conteúdo da água deste lugar, que reúne tantos talentos.
Depois de dois anos morando no Vidigal, acabei presa ao filmar a tentativa ilegal de demolição de uma quadra no alto do morro, e de certa forma, este acontecimento tornou meu trabalho um pouco mais conhecido.
Saí de lá em junho 2013, mas voltei inúmeras vezes. Em 2015, lanço o livro “Você não sabe o que foi a guerra – memórias de uma jornalista presa no Vidigal“, em que conto minha visão sobre a pacificação.

O resto da minha trajetória, o Google pode contar